Ir para o conteúdo

Estruturação notarial · Projetos imobiliários

Construir com um sócio quando uma parte aporta o terreno.

A VGC organiza titularidade, aportes, custos, decisões e saída antes do início da obra, do adiantamento de capital ou da assunção de compromissos com terceiros.

Atendimento notarial direto · Punta del Este, Maldonado e todo o Uruguai

Revisão de plantas e acordos para um projeto imobiliário junto a uma obra no litoral
Terreno, projeto, obra e capital devem fazer parte da mesma estrutura documental. Imagem ilustrativa.

Vantagens de estruturar primeiro

Mais clareza para construir, decidir e sair.

O objetivo é que cada parte saiba o que aporta, o que pode decidir e o que receberá se o projeto avançar como previsto.

1

Cada aporte fica claro

Terreno, obra, recursos e gestão são identificados e avaliados com critérios conhecidos por todas as partes.

2

As decisões ganham regras

O projeto define quem aprova mudanças, novos gastos, contratações e o destino final do imóvel.

3

Os desvios podem ser antecipados

Custos adicionais, atrasos ou novos aportes deixam de depender exclusivamente de uma conversa informal.

4

Há uma saída prevista

Venda, adjudicação, locação, inadimplemento ou retirada de uma das partes são considerados antes que surja um conflito.

O problema real

Um acordo econômico nem sempre protege um direito sobre o imóvel.

Quando uma pessoa aporta o terreno e outra aporta construção, capital ou gestão, surgem dois planos distintos: o que as partes esperam receber e o que fica juridicamente documentado. A estruturação busca fazer com que ambos coincidam antes de avançar.

01

A titularidade não muda apenas porque alguém construiu

Aportar obra, materiais, recursos ou gestão não atribui, por si só, uma participação no imóvel. A relação entre o terreno e a construção deve ser analisada antes do investimento.

02

Um acordo 50/50 deixa perguntas em aberto

Um percentual não define como cada aporte será avaliado, quem assumirá custos adicionais, quais decisões exigirão acordo nem o que acontecerá em caso de atraso ou inadimplemento.

03

A obra envolve obrigações externas

Licenças, responsáveis técnicos, empreiteiros, BPS, seguros, tributos e futuros atos de venda ou adjudicação devem estar alinhados com a estrutura jurídica escolhida.

Escopo do serviço

As regras que devem ser definidas antes de construir

O escopo se adapta a cada operação. Nem todos os projetos precisam da mesma ferramenta, mas todos precisam de clareza sobre estes pontos.

01

Titularidade e direito de construir

Revisão do terreno, seus titulares, antecedentes, gravames, copropriedade e poderes necessários para desenvolver o projeto.

02

Aportes e critérios de avaliação

Identificação do terreno, recursos, materiais, obra, projeto, direção, gestão ou contatos comerciais que cada parte aportará.

03

Custos e desvios

Regras para orçamento, medições, despesas comuns, licenças, tributos, custos adicionais e novos aportes que possam surgir.

04

Decisões e controle

Maiorias, acesso à informação, prestação de contas, contratação de terceiros e decisões que não devem depender de acordos informais.

05

Inadimplemento e saída

Consequências de atrasos, abandono, falta de recursos, substituição de uma parte, cessão da posição ou encerramento antecipado.

06

Destino do resultado

Critérios para adjudicar, vender, alugar ou explorar as unidades e distribuir receitas, despesas e responsabilidades.

Arquitetura do acordo

Uma estrutura conecta o ativo ao resultado esperado.

As decisões documentais são tomadas em sequência. Começar pelo contrato sem compreender as etapas anteriores costuma deixar lacunas difíceis de corrigir durante a obra.

  1. 1

    Base

    Terreno e títulos

    Quem é titular e o que pode ser comprometido.

  2. 2

    Aportes

    Obra, capital e gestão

    O que cada parte entrega, quando e como isso será comprovado.

  3. 3

    Governança

    Decisões e controles

    Quem decide, informa, contrata e aprova mudanças.

  4. 4

    Resultado

    Venda, adjudicação ou locação

    Como o resultado será distribuído e como cada parte poderá sair.

Processo de trabalho

Da ideia informal a um roteiro documentado

  1. Etapa 01

    Avaliar a operação

    São identificados o terreno, as partes, os aportes previstos, a etapa do projeto e os compromissos que já possam existir.

  2. Etapa 02

    Definir a estrutura

    São comparadas alternativas jurídicas e documentais conforme a titularidade, o risco, a duração, o destino e a forma de participação.

  3. Etapa 03

    Documentar as regras

    Aportes, decisões, controles, inadimplementos e saídas são traduzidos em instrumentos coerentes com a operação real.

  4. Etapa 04

    Coordenar a execução

    São organizadas a participação de profissionais técnicos e outros assessores, as etapas documentais e os atos posteriores aplicáveis.

Entregáveis

O que a estruturação pode produzir

  • Mapa inicial das partes, da titularidade, dos aportes e dos riscos.
  • Comparação das alternativas de estruturação aplicáveis ao caso.
  • Roteiro com decisões e documentação pendente.
  • Minuta ou revisão dos instrumentos notariais necessários.
  • Matriz de aportes, etapas, autorizações e inadimplementos.
  • Coordenação documental com profissionais técnicos e assessores, quando necessário.

Primeira análise

Informações que ajudam a começar

Não é necessário ter uma pasta completa. Uma descrição geral permite solicitar apenas o que for relevante.

  • Título, número de padrón (cadastro uruguaio) e localização do terreno.
  • Identificação dos titulares e participantes previstos.
  • Anteprojeto, memorial, plantas ou licenças disponíveis.
  • Orçamento e cronograma preliminar da obra.
  • Descrição do que cada parte aportará.
  • Minutas, mensagens ou acordos já trocados.
  • Destino previsto: venda, adjudicação, locação ou uso próprio.
  • Dados gerais dos responsáveis técnicos, da construtora e de outros assessores.

Perguntas frequentes

Antes de aportar o terreno, a obra ou o capital

Construir em terreno de outra pessoa me torna coproprietário?

Não necessariamente. Financiar ou executar uma obra não atribui, por si só, uma participação no imóvel. A resposta depende da titularidade, do consentimento, dos acordos existentes e da estrutura jurídica documentada para o caso.

Basta combinar que o projeto será dividido 50/50?

Geralmente não. Além do percentual, é importante definir como os aportes serão avaliados, quem pagará os custos adicionais, como as decisões serão tomadas, quais informações deverão ser prestadas e o que acontecerá se uma das partes não cumprir suas obrigações.

Quando é recomendável consultar?

Antes de iniciar a obra, adiantar recursos, entregar a posse, solicitar licenças em nome de uma das partes ou assumir compromissos com construtores, investidores ou futuros compradores.

É sempre necessário constituir uma sociedade?

Não. Uma sociedade pode ser útil em determinados projetos, mas não é a única alternativa. A estrutura depende da titularidade, dos aportes, do prazo, do destino do projeto, dos riscos e da forma de saída prevista.

O serviço inclui projeto arquitetônico ou direção da obra?

Não. O escopo é notarial e documental. Os aspectos técnicos são de responsabilidade de arquitetos, engenheiros e demais profissionais habilitados, com os quais há coordenação quando o caso exige.

O que acontece se o projeto já tiver começado?

Ainda é possível fazer uma revisão, mas as alternativas dependerão dos aportes já realizados, da situação registral, dos contratos assinados, do avanço físico e das obrigações assumidas perante terceiros.

Podem participar investidores ou proprietários que estejam fora do Uruguai?

Sim. A revisão pode ser organizada a distância, antecipando procurações, assinaturas, apostilas, traduções e documentação estrangeira conforme as necessidades concretas.

Como são definidos os impostos e custos?

Eles dependem da estrutura, das partes, da natureza dos aportes e dos atos posteriores. Diferentes tributos e obrigações podem ser aplicáveis; por isso, há coordenação com assessoria contábil ou tributária quando necessário.

Quanto custa a estruturação?

O escopo e os honorários são definidos depois de conhecer a operação, conforme o trabalho necessário e a tabela profissional aplicável. Uma consulta inicial permite determinar o que deve ser analisado antes de apresentar uma estimativa.

Avaliação inicial

Começar antes que a obra transforme decisões em fatos

O primeiro contato serve para compreender a etapa do projeto e determinar se o próximo passo deve ser uma consulta, uma revisão documental ou uma proposta de estruturação mais ampla.

Você também pode começar pelo WhatsApp

Descreva brevemente quem aporta o terreno, o que a outra parte aportará e se o projeto já começou.

Falar pelo WhatsApp

Conte como o projeto está sendo planejado

Uma descrição geral é suficiente para o primeiro contato. A resposta inicial permitirá definir o que deve ser revisado e quais informações vale a pena preparar.

Informe pelo menos um canal de contato: email ou telefone/WhatsApp.

Não anexe nem copie documentos sensíveis neste formulário.

Ao enviar, você aceita ser contatado sobre a consulta e confirma que leu a política de privacidade. As informações enviadas não implicam a aceitação do caso nem substituem a análise profissional.

WhatsApp Ligar